sexta-feira, 10 de julho de 2009

Aleatórios...

Texto breve, sem muita frescura. Após um longo tempo sem escrever nada, afinal, não tinha tempo, meus trabalhos da faculdade me consumiam mentalmente.

Volto falando da Boneca, a mesma do texto anterior, e novamente em caráter autobiográfico.

"Ninguém acreditava que as bonecas sentiam, afinal, seres inanimados são estáticos. Mas aquela boneca, era a mais preciosa, a única raridade daquela mulher. A boneca mais bela, e também a mais diferente. Ela, ao contrário de todos considerava o brinquedo vivo e digno de atenção, mas ainda assim, como seu parente hebraico feito de madeira, o Golem, essa boneca se revoltou, e foi contra tudo, hoje, ela conquistou um lugar significativo, deixando de ser um mero enfeite, sem precisar de uma fada azul.
(Agatha - Um postludium para ''A Boneca")

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